sexta-feira, outubro 17, 2003

Prescrição política

No seu editorial, o director do Terras do Ave, Pedro Brás Marques, recorda o episódio do cartaz junto ao nó do IC1, para exemplificar uma situação em que alguém deveria ter sido demitido ou demitir-se - o que não aconteceu.
Mesmo concordando com a conclusão, talvez seja bom relembrar ao sr. Director que já houve eleições depois disso. E elas não parecem ter afectado nem o Presidente da Câmara (que continuou a apostar no vereador em causa) nem o PS que continua à frente da Câmara. Ou seja, Vila do Conde não se importou.
Dá que pensar, mas "não vale a pena bater mais no ceguinho". Trata-se de um caso de prescrição política...
Dupont