Vinho a vapor

Já tínhamos o vinho a martelo. Agora temos vinho a vapor. Não fica caro, "bate" mais depressa, não engorda e não causa ressaca. E parece, ainda, que não é detectável no balãozinho... O paraíso, hein?
Há um pequenino setback: "a comunidade científica afirma que os vaporizadores não são seguros. "Ao ser inalado, o álcool é quase imediatamente absorvido pelo sangue, atingindo o cérebro muito mais rapidamente. Assim, o risco de lesão cerebral será muito maior, a longo prazo podem aparecer situações de demência", afirmou o professor Oliver James, da Universidade de Newcastle. Desmaios ou problemas nasais são outras possíveis consequências apontadas". O aparelhómetro é o que está na imagem e chama-se AWOL - Alcohol With Out Liquid.
Mas o que é isto num país em que se conduz embriagado, se bate na mulher embriagado e se é um "Marco" na política com look embriagado?
A verdade é que o único inconveniente é mesmo este: "a máquina tem um sistema de segurança, levando cerca de uma hora para consumir a quantidade equivalente a um "shot". Então o pessoal que despachava uma dúzia de shots em outros tantos minutos vai demorar uma hora para emborcar UM??? Assim não dá. Se a moda pega, vai tudo à falência.
Dupont

por Alcazar, Dupond, Dupont e Haddock

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