sexta-feira, abril 23, 2004

Apito Dourado – Era bom, era... – II

Miguel Sousa Tavares, hoje, no Público, num artigo superior, desmascara a quixotesca febre jornalística, atrás de Pinto de Costa, vendo gigantes em moinhos de vento: “Parece-me é que Pinto da Costa se transformou num apito entalado na garganta de quem não lhe perdoa o sucesso”.
Dupont