Deportivo da Coruña - F.C. Porto

Do meu ponto de vista, e por incrível que possa parecer, nos últimos tempos, este foi dos jogos do "Mágico Porto" em que menos nervoso estive. O controlo de jogo começou no primeiro apito de Collina e terminou quase duas horas depois, com o último. O F.C. Porto está uma autêntica máquina de futebol, a que não será indiferente um duplo regresso: o do "m(a)estro" Deco à sua forma ideial e o do goleador com mais killer instinct de que me lembro a jogar em Portugal, Derlei.
Sintomática foi, ainda, a presença de um árbitro isento, quer nas decisões quer na não cedência a pressões. Tivesse o desgraçado dentista que arbitrou no Dragão sido metade do juiz que deveria ter sido e o FC Porto tinha ido à Corunha ainda mais descansado. Se bem que, depois do que vi, deve ser impossível mais frieza, concentração e disciplina.
Há um ano estive em Sevilha. Este ano, a final é em Gelsenkirchen. Espero lá estar.
Dupont

por Alcazar, Dupond, Dupont e Haddock

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