Sondagem
A um ano das eleições autárquicas, o Vila do Conde Quasi-Diário apresenta os resultados da sua sondagem quanto aos presidenciáveis à nossa Câmara Municipal. Santos Cruz cilindrou a concorrência. (Concorrência? Qual concorrência?)
Dupont

Vila do Conde, Portugal, a Europa e o Mundo
A um ano das eleições autárquicas, o Vila do Conde Quasi-Diário apresenta os resultados da sua sondagem quanto aos presidenciáveis à nossa Câmara Municipal. Santos Cruz cilindrou a concorrência. (Concorrência? Qual concorrência?)













Qual é a dimensão e importância do “fenómeno futebolístico” nos cinco países mais medalhados com ouro?
Dupont

Eu acho sofrível o nosso resultado final.
Duas medalhas de prata, uma delas que nem sabe bem a Portugal, como bem refere o Mário, não só pelas origens nigerianas do atleta como pelo local onde treina, Madrid. A outra pareceu mais sorte do que outra coisa e só o tempo confirmará se foi, ou não, isso mesmo. Já a de bronze, foi o corolário de um dos melhores atletas europeus, o que ele confirmou em pista. Depois, claro, há os resultados do “quem quer, até promete, mas não pode”. A lista é tão grande que nem vale a pena ilustrar. Apenas uma citação, de um energúmeno varrido logo no início, participante no triplo salto, que na entrevista (!!) à RTP repetiu o lugar comum de que veio para “ganhar experiência”, mas quis terminar com uma frase histórica: “nesse sentido, foi bom perder”. Mandasse eu nestas coisas e este artista ou vinha de lá a pé ou repunha o dinheiro que foi gasto com a sua participação.
Desde logo, no que a vitória diz respeito, zero. Assim mesmo, redondinho. Zero. Quero lá saber das vitórias morais, da prata e do bronze – por alguma coisa se organizam as tabelas de medalhas com referência ao ouro… Pois é, a vitória, a glória olímpica: zero. 54 países conseguiram, nós não. Eles cantam louvores aos seus campeões e nós…também, a qualquer um que termine a sua prova, saboreando a costumada vitória moral. Já diz o povo, sempre sabiamente, que “quem não tem cão, caça com gato”…
Os Jogos Olímpicos são, cada vez mais, o espelho do triste país que somos: agarrado a sonhos, a momentos em que os astros se conjugam e dali sai alguma coisa, a vitórias morais. Vai-se lá para participar, para "ganhar experiência, para fazer figura de corpo presente, pois basta atingir os mínimos olímpicos antes de lá ir, porque depois já não é preciso, a golpada está dada.
A glória, sempre como corolário de trabalho e esforço, isso não. É muito mais confortável uma vitória moral, que os parolos lá da terra, secundados pelos inenarráveis comentadores desportivos, aplaudem. Vivemos num país onde o nível de exigência, esse sim, nem sequer se aproxima dos mínimos olímpicos…
Dupont








O blog Portugal Profundo fez serviço público, denunciando as ligações socialistas do juiz que apreciou o recurso do MºPº relativamente a Paulo Pedroso. Aliás, o mesmo blog publica, na íntegra, as alegações apresentadas pelos Procuradores da República. Há ainda transcrições de um depoimento incriminador de Jorge Ritto, Ferro Rodrigues e Jaime Gama.
Não é nos grandes momentos, onde os elogios estão ensaiados, que se vê o mérito de alguém. Isso regista-se nos pequenos comentários despretensiosos e nas afirmações desinteressadas.
Costuma olhar-se para médicos e advogados como ofícios dotados de grande estabilidade profissional, apenas evoluindo com o avançar da respectiva ciência. Mas, por vezes, surgem novidades.



Devido a um qualquer problema que desconhecemos, os comentários não estão a ser contabilizados, apesar de estarem devidamente inseridos. Esperemos que a Haloscan corrija o problema, senão deixamos de pagar a fortuna mensal que nos está a ser cobrada...

A Ponte da Amizade, que une Vila Nova de Cerveira e Goyan, já abriu em Junho. Parece é que muita gente não sabe disso e continua a perder tempo na velhinha nacional 13...





Finalmente, o álbum inacabado de Tintin, vai ter edição portuguesa. Até agora, o que tínhamos era a edição em língua francesa, de 1986, com os esboços de Hergé apresentado em forma de bloco, sem os diálogos, que estavam numa separata. Nesta nova versão, imagem e texto estão sobrepostos, o que permite uma melhor compreensão por parte do leitor.









Vi, na RTP1, o programa "Tributo", dedicado a António Vitorino d' Almeida. Um dos convidados foi Aurelino Costa. Não deve haver ninguém, entre Vila do Conde e a Póvoa de Varzim, que não tenha assistido a uma sessão de declamação de poesia pelo pequeno-grande poeta e advogado poveiro. Já aqui falamos dele.


Hoje, somos brindados com oito páginas consagradas ao "cassetegate". Blá, blá, blá, tracinhos azuis no lugar do que está judicialmente impedido de publicar e a única coisa de interesse é a denúncia da falta de coerência de João Marcelino, director do Correio da Manhã, face à divulgação de informações obtidas em off, recordando o caso da revelação das declarações de António Oliveira, pelo jornal Record, que o mesmo, à altura, dirigia.


