Num mundo ideal

Num mundo ideal, daqui até ao fim do ano assitiria à estreia de filmes promissores como “Finding Neverland”, com Johnny Depp, Kate Winslet e Dustin Hoffman, ou outros como “Bad Santa”, com Billy Bob Thornton, “Birth”, com Nicole Kidman, “The Incredibles”, dos estúdios Pixar, “The Polar Express”, de Robert Zemeckis e com Tom Hanks, “The Phantom of the Opera”, baseado no musical de Lloyd Webber ou “The Aviator”, de Martins Scorcese, com Leo di Caprio.
Num mundo ideal, poderia assistir à estreia de peças de teatro como “Shunt: Tropicana”, “His Dark Materials”, “The Producers”, a tal de Mel Brooks sobre Adolf Hitler, “Grand Hotel” com Mary Elizabeth Mastrantonio, “By the Bog of Cats”, com Holly Hunter e “Mary Poppins”, com as canções da Disney.
Num mundo ideal poderia acompanhar ao vivo o lançamento dos novos discos do Eminem e dos U2 e escolher assistir a concertos de gente tão recomendável como Morrissey ou The Pogues, Nick Cave, Mark Knopfler, Ani di franco e ainda de Nils Lofgren ou Bill Wyman.
Num mundo ideal, poderia assistir concertos de música clássica como os que ocorrerão na celebração do 75º Aniversário do nascimento do maestro Bernard Haitinks, às performances do tenor Juan Diego Florez, ou à primeira apresentação do “Ouro do Reno” no séc XXI. Ainda poderia assistir a peças mais clássicas como “The Nutcracker”, “Carmen”, “José Carreras & The Vienna Boys Choir”, “La Bohéme”, “Madame Butterfly” e incontáveis concertos de Natal. Em bailado, poder-se-ia assistir ao “Swan Lake” e a “Peter Pan”.
Num mundo ideal, poderia visitar as exposições de arte pop de Bruce Nauman, do retratista George Frederick Watts, dos nomeados para o prémio Turner 2004, e principalmente, de uma exposição sobre a obra do renascentista Rafael.
Felizmente, este mundo perfeito existe... Está a duas horas de voo daqui, em Londres. O que é uma pena, convenhamos...
Dupont

por Alcazar, Dupond, Dupont e Haddock

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