sábado, abril 02, 2005

Revista de Opinião Vilacondense

No quinzenário Terras do Ave temos:
- Rui Silva, "Culpas ou desculpas?"
- Miguel Torres, "Ilha Rodeada pelo Mar Furioso"
- Romeu Cunnha Reis, "A moda do inglês";
- Fernando Pinheiro, "Por detrás das grades !"
No suplemento semanal d'O Primeiro de Janeiro sobre Vila do Conde escrevem:
- Miguel Paiva, "O partido “Pedra na Mão” "
- António José Gonçalves, "Código da Estrada para quem?"
- Arnaldo Carmo Reis, "Porque se ataca o presidente da Câmara"
- Afonso Ferreira, "Memórias"

Miguel Torres está na Madeira, de onde enviou o seu texto e onde considera que:
"A ilha chama-se Madeira e muitos decerto conhecerão, seja por uma ou outra visita, seja pelo seu Carnaval e Fim de Ano, seja pelo seu aparecimento em boletins meteorológicos. Outro dos ex libris será o seu presidente, que eleições após eleições, vai conquistando um lugar na eternidade. As semelhanças entre a Madeira e Vila do Conde começam aqui e estendem-se até ao majestoso oceano, umas vezes calmo, outras vezes furioso. Apesar de serem de cores partidárias diferentes, os dois presidentes partilham ideias como a de que os mandatos devem ser ilimitados e que o diálogo nem sempre será necessário para executar grandes projectos".
Fernando Pinheiro aborda o problema da criminalidade e Romeu Cunha Reis adverte dos perigos da recente obsessão pelo ensino da língua inglesa. Rui Silva interroga-se sobre se o relatório do Tribunal de Contas deve ser considerado uma futilidade, além de questionar os incêndios florestais, como aquele que ocorreu em Guilhabreu, a sua terra natal. Afonso Ferreira invoca as passagens de José Mourinho e Paulo Teixeira Pinto por Vila do Conde como sinónimo da qualidade do trabalho desenvolvido pela coligação CDS-PP, quando passam quatro anos sob a apresentação de Santos Cruz como candidato à autarquia. Já Antonio José Gonçalves alerta para a entrada do novo Código da Estrada.
Destaques: para o pior, o artigo de Arnaldo Carmo Reis, que continua na sua senda de fretes... "Não há viela, rua, praça ou monumento onde não se leia a intervenção e o gosto por Vila do Conde de Mário Almeida". Não é preciso dizer mais nada, pois não?
Para o melhor, o artigo de Miguel Paiva denunciando uma prática curiosa de Mário Almeida: o uso da queixa-crime em Tribunal como arma política. Como refere o líder laranja, já o fez com políticos e jornalistas locais e voltou a fazê-lo com membros do Tribunal de Contas. Felizmente, por aquilo que sabemos, alguns dos processos, nomeadamente contra o próprio Miguel Paiva, contra Afonso Ferreira e contra Sérgio Vinagre foram arquivados. Talvez Mário Almeida não tenham reparado bem na imagem da Justiça. Se o tivesse feito tinha visto que os seus olhos estão vendados...
Dupont