quinta-feira, maio 12, 2005

A nova mais velha profissão do Mundo


Se for até à Oxbridge Escorts verificará que, ali, disponibilizam um serviço... diferente. Trata-se de uma agência de acompanhantes, masculinos e femininos, com uma particularidade: são todos estudantes universitários, de Oxford, mais precisamente.
OK, já estou a ver sorrisos, porque isto faz realmente lembrar aquela notícia do “Tal & Qual”, saída há uns anos, tendo como pano de fundo as alunas de um instituto superior da Maia que, além do acompanhamento, ofereciam outro tipo de "diversão" – tudo para poderem pagar as propinas (sim, confesso, apeteceu-me colocar um hífen depois de “pro”...). Na Inglaterra, o argumento é semelhante. Segundo uma das acompanhantes, a adesão a este serviço deve-se ao facto de "ter um orçamento apertado numa cidade bastante cara". Quanto a sexo, nada. “O que disponibilizamos é um jantar agradável, com uma conversa culta” (na minha opinião, este argumento é particularmente desleal para com as congéneres lusas...).
No entanto, a mesma entrevistada, que pela imagem no Sunday Times (não está online) não é nada de deitar fora, sempre vai dizendo que “se gostarmos de alguém e a quisermos ver mais vezes, tudo bem; caso contrário, também não diremos que foi perda de tempo...”. Aliás, o director da agência diz que “sexo não faz parte do pacote” ( hum... não terá querido dizer o inverso?... OK, adiante, adiante...) e “aquilo que as pessoas concordam em fazer depois do encontro já não nos diz respeito”.
Perfeito. Recebido e percebido. É só cultura...
Dupont