sexta-feira, julho 08, 2005

Revista de Opinião Vilacondense

No suplento de Vila do Conde d'O Primeiro de Janeiro, temos:
- Inês Ferreira, "Ali Bábá e os seus assessorões";
- Miguel Paiva, "Escolher quem?";
- Afonso Ferreira, "Ventos de mudança"
- António José Gonçalves, " África - um imperativo moral".
Os dois líderes da coligação que tenta conquistar a Câmara Municipal escrevem, quinzenalmente, na mesma edição, há já algum tempo. Conjugação de esforços ou desperdício de oportunidades? Do meu ponto de vista, ambos tinham a ganhar se alternassem no timing de publicação dos seus textos.
António José Gonçalves continua muito preocupado com tudo o que está fora do concelho de Vila do Conde e Inês Ferreira verte vinagre por cima de tudo quanto é socialista, a começar pelo presidente de Câmara, continuando com Carlos Laranja e Abel Maia: "Para o capacho medíocre, aquele que passeia por aí a sua defunta figura, de chaminé espetada nas “fuças”, poluindo o ar que os outros respiram, podem pô-lo no chamado Parque da Cidade, a ensinar o povo a apanhar o “có-có” dos cãezinhos, dada a larga experiência do que ele não faz nas Alamedas. Quanto ao estranhamente ainda fiel escudeiro, não há cargo possível. Outrora um homem brilhante de Direito e uma pérola de pessoa, a política transformou-o naquilo que o meu falecido pai dizia, muitas vezes: “um verbo de encher”!". Um estilo deselegante, excessivo e completamente escusado.
Miguel Paiva analisa os dois principais candidatos à autarquia e conclui que a escolha acertada será, obviamente, Santos Cruz. Já Afonso Ferreira faz o elogio a Margarida Salgueiro, candidata à Presidência da assembleia Municipal pela coligação de direita. pelo meio, para contrastar com o que se pretende que seja a nova atitude do líder da Assembleia, mostra um exemplo ocorrido na última reunião da AM, em que houve um caso claro de discriminação política, beneficiando, claro, o PS.
Dupont