quarta-feira, agosto 03, 2005

«Arbeit macht frei»

No nosso post "Como as brasileiras estão a destruir a VW" abordámos a enorme confusão que reinava na Volkswagen, com a denúncia do uso de prostitutas, em reuniões em Lisboa, e outras mordomias com vista à obtenção de favores. No entanto, a extensão da prática é bem maior. O The Guardian fez o ponto da situação:
  • Volkswagen: três executivos séniores e um presidente pediram a demissão. Causa: oferta de viagens, presentes para as esposas, prostitutas contratadas e pagas pela empresa, empresas fantasmas criadas pelos executivos da firma para criar negócios intermediários.
  • Commerzbank: encobrimento de operações de lavagem de dinheiro proveniente de empresas de tele-comunicações russas; Andreas de Maiziere deixa o conselho executivo; cinco funcionários sob investigação.
  • Infineon: Andreas von Zitzewitz, director executivo para a área de "memory chips", foi forçado a demitir-se, com acusações de que usou €259,000 durante dois anos para fabricar contratos de sponsorização desportiva
  • DaimlerChrysler: chefe de distribuição da marca foi demitido, por ter usado dinheiro da empresa para construir uma casa para a namorada, em Maiorca.
  • BMW: o chefe de compras terá pago $100,000, em subornos, a um fornecedor; a esposa foi paga por um trabalho inexistente de consultadoria...
Dupont