quarta-feira, março 08, 2006

Jorge “ideólogo” Sampaio

A sua memória perecerá da terra, e pelas praças não terá nome. (Jó 18:17)

Com a dimensão ideológica termino o meu balanço presidencial.
Sampaio sempre foi um socialista moderno, ou seja um homem de esquerda atento às “relevantes” questões sociais que preocupam os portugueses e as sociedades actuais em geral: a regionalização, o consumo de droga, o aborto, a eutanásia, enfim as questões que estão “hoje” na agenda política e social e cujo adiamento de soluções causa “graves prejuízos” ao país e à humanidade.
Por ser assim, defendeu e é um fervoroso adepto de políticas fracturantes, como por exemplo, a despenalização do aborto e a abertura de “salas de injecção assistida, destinadas ao consumo de drogas” nas cadeias. E, ao contrário do novo Presidente eleito, Sampaio sempre foi a favor da regionalização. Estivesse lá mais um bocadito, ainda o veríamos a defender o casamento de homossexuais e a adopção de crianças por estes “cônjuges”. Ou não se designariam assim?
Enfim, uma pequena nota a respeito do consumo de droga: segundo o “Público” de um dia destes, o consumo de droga tem aumentado clamorosamente, ano após ano, o que é grave problema social. Ora, também não posso deixar de lembrar aqui que foi o “estadista” Guterres quem, com apoio do socialista com tendências bloquisto-comunistas Sampaio, descriminalizou o consumo das drogas.
Ainda recentemente, o ilustre Jorge Sampaio, defendeu esta “brilhante” ideia: que se devia introduzir um novo imposto europeu “que não onere a carga fiscal dos cidadãos” para financiar novas competências da União Europeia. Ora, é claro que não sendo os cidadãos europeus a pagar, este imposto seria muito útil para a Europa. Seria um autêntico maná para todos os seus cidadãos que acederiam, pela segunda vez, ao Paraíso. Porque será que os governantes europeus ainda não aprovaram este imposto “desoneroso”? É estranho.
Também não compreendo porque é que todos os países do mundo não seguiram ainda a “doutrina Sampaio” – estabelecer impostos cujos pagantes não seriam os seus povos mas sim os outros, os marcianos já e os jupiterianos daqui a alguns séculos. “Feliz” e “pertinentíssima” ideia esta de um dos mais insignes e acutilantes políticos europeus.
Mas o “azar” de Sampaio foi tal que, para além de ter sido um Presidente tantas vezes incompreendido, preocupado, chroramingão e amofinado, também nos ofereceu uma primeira-dama que não ajudou muito: demasiado alta, demasiado “humilde” e, já numa opinião muito pessoal, demasiado feia.
Enfim e nunca sendo pior,

Arquivo Presidencial
- Jorge "das medalhas" Sampaio
- Jorge "pusilânime" Sampaio
- Jorge "incongruente" Sampaio
- Jorge "matreiro" Sampaio
- Jorge “arenga” Sampaio
- Jorge "vaidoso" Sampaio
- Um seu criado

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