quarta-feira, março 29, 2006

Margaridinha

Maragarida Rebelo Pinto, a tal escritora que recebe prémios pela quantidade de livros vendidos e não pela qualidade da escrita, está muito zangada com o João Pedro George, do Esplanar.
Segundo dizem os jornais de hoje, a "autora de livros" ficou indignada pelo facto de o JPG pretender colocar sob a forma de livro a crítica que havia feito no Esplanar à obra da MRP e que, em devida altura, aqui chamámos à atenção. E, como não pode atacar o conteúdo, demolidor, diga-se, opta por injectar veneno: não quer que o seu nome, que é uma marca registada (!), apareça na capa de outro qualquer livro. Muito menos ao lado do seu, digo eu... E que, portanto, o que o JPG quer é fazer dinheiro à sua custa. O que é verdade, mas ela é que se pôs a jeito...
A obra da Margaridinha é aquilo que todos sabemos: um chorrilho de lugares comuns, num processo autofágico, como expõe JPG. Na verdade, MRP chega ao desplante de transcrever páginas inteiras de um romance para outro. A explicação mais óbvia para isto nunca ter sido notado só pode ser explicado pelo nível intelectual dos seus leitores compulsivos, aqueles que devoram livro atrás de livro, tal qual fazem com os hamburgueres do McDonalds..
O autor defende-se, obviamente, com a liberdade de expressão e o editor, o vilacondense valter hugo mãe, chega a dar umas bicadas ao comparar o comportamento de MRP com a fúria censória a propósito dos cartoons de Maomé.
Bem, no fim de contas, quem deve estar a agradecer aos deuses esta publicidade gratuita é o valter hugo...
Dupont