Banco Expresso

Repito que se trata do caderno principal e não do de “Economia”.
É verdade que há muito que esta preponderância da publicidade bancária se vinha notando no semanário de Pinto Balsemão. Há uns meses, uma crise entre o jornal e o BES foi rapidamente resolvida, já que a fatia de publicidade perdida era substancial. Não se poderá negar que a economia tem, hoje, um papel superlativo na nossa sociedade. Uma pergunta que se poderia fazer era: será que “o país que interessa” é leitor assíduo do Expresso? No entanto, estou mais inclinado para esta: até que ponto haverá isenção no tratamento de informação económico-financeira, quando a maior parte dos accionistas provém, todo, de um único sector?
Dupont

por Alcazar, Dupond, Dupont e Haddock

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